sábado, 9 de julho de 2011

Sem Ar

Preguei a pena na mão e escrevi…
Estampei tudo o que sentia em verso!,
Resgatei as razões deste universo
E o amor que sempre senti eu vi!

Que a perfeição não existe, percebi!
Que os desejos são por vezes o inverso,
Que a consciência é um mundo disperso;
A morte e a sede que sinto por ti!

E o que é o amor se não contradição
De sentimentos, frutos da paixão;
De suspirar num vácuo de um universo?

E resta uma pequena aspiração!
O resto de um princípio sem mais não
E que espero que acabe em vulto denso…

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